Seja Bem Vindo Caçador!!

Aqui você encontra tudo sobre vampiros,lobisomens,espiritos e outras criaturas da escuridão.Nada nesse blog pode ser dito que é real ou existe,são apenas lendas e historias,se é verdade ou não,tire sua própria conclusão,apenas informamos e aprendemos mais sobre essas tão famosas criaturas que vivem na escuridão.

Boa caçada!!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A Lenda de Blood Mary

Em 1978, o especialista em folclores, Janet Langlois, publicou nos Estados Unidos uma lenda que até hoje aterroriza os jovens do mundo inteiro, principalmente da América. Trata-se de Bloody Mary, conhecida também como A Bruxa do Espelho, um espírito vingativo que surge quando uma jovem, envolta em seu cobertor, sussurra, à meia-noite, iluminado por velas. diante do espelho do banheiro, 13 vezes as palavras Bloody Mary. Segundo a lenda, o espírito de uma mulher cadavérica surge refletido no espelho e mata de forma sangrenta e violenta as pessoas que estão no banheiro.
Há quem diga que Mary foi executada há cem anos atrás por praticar as artes negras, mas há também uma história mais recente envolvendo uma bela e extremamente vaidosa garota que, após um terrível acidente de carro, teve seu rosto completamente desfigurado. Sofrendo muito preconceito, principalmente de seus amigos e familiares, ela decidiu vender a alma ao diabo pela chance de se vingar dos jovens que cultivam a aparência.
Muitos confundem a lenda da bruxa do espelho com a história da Rainha Maria Tudor (Greenwich 1516 - Londres 1558), filha de Henrique VIII e de Catarina de Aragão. Tendo se tornado rainha em 1553, esforçou-se para restabelecer o catolicismo na Inglaterra. Suas perseguições contra os protestantes valeram-lhe o cognome "Maria, a Sanguinária" (Bloody Mary). Em 1554, desposou Filipe II da Espanha. Essa união, que indignou a opinião pública inglesa, ocasionou uma guerra desastrosa com a França, que levou à perda de Calais (1558). Dizem que a Rainha, para manter a beleza, tomava banho com sangue de jovens garotas, mas é um fato não confirmado em sua biografia.
No princípio da década de 70, muitos jovens tentaram realizar o ritual pois era comum nas casas suburbanas a presença de longos espelhos nos banheiros sem janelas (pouca iluminação). Há um caso famoso de uma jovem nova-iorquina que dizia não acreditar na lenda, mas após realizar a "mórbida brincadeira", levou um tompo (é o que os familiares dizem), quebrou a bacia e foi encontrada em estado de coma. A jovem ainda vive nos EUA, mas sua identidade é um sigilo absoluto.

Wendigo

Wendigo (também conhecido por Windigo, Wiindigoo, e outros numerosos nomes) é um espírito na mitologia de Anishinaabe. O Wendigo é uma criatura sobrenatural malevolente. É descrito geralmente como um gigante com um coração de gelo. Os comportamentos do Wendigo incluem o canibalismo, um rugido de pavor, e velocidade e força extremas. Entretanto, tem também a habilidade de imitar vozes e de escalar árvores. Há também uma obscuridade em sua pele, a cor é altamente inflamável, de cor verde. Seu corpo é esquelético e deformado, com braços enormes e os dedos do pé faltantes, com unhas enormes. Os missionários datam a aparição do Wendigo no século XVII. Descrevem-no como um homem-lobo, um diabo, ou um canibal. O Wendigo foi presumido ter sido humano e ele ganhou os poderes especiais, transformando-se um Wendigo. As origens diferentes do Wendigo são descritas nas variações do mito. A única maneira destruir um Wendigo é derreter seu coração de gelo “queima-lo”. As experimentações reais do assassinato de Wendigo ocorreram em Canadá em torno do começo do século XX.

Outra Teoria que também dizem: "Em invernos rigorosos,algum humano passa fome e começa praticar o canibalismo.Diz a lenda que quem come carne humana durante muito tempo ganha poderes como super velocidade e força."

O mito do Wendigo surgiu aliado a práticas canibalistas, acreditando aquelas tribos que a) ou uma pessoa se transformava em Wendigo se consumisse carne humana ou b) fosse possuído em sonhos pelo espírito de um Wendigo e acordasse do sonho com uma vontade voraz de comer outros homens e efectivamente o fizesse.

A causa de transformação que se acreditava ser a maior era a de se recorrer ao canibalismo como salvamento de uma situação de fome extrema, sendo esta prática um tabu para as tribos em causa. Daí configurar-se a transformação em Wendigo quase como um castigo ou, numa acepção mais light, um aviso para quem tivesse a ideia brilhante de comer alguém...o que se justifica com a existência de longos e frios Invernos em algumas zonas do Norte da América, onde imperava a escassez de mantimentos transformando uma perna de índio guisada numa ideia agradável para alguns. Para mais dissuadir o pessoal de se comerem uns aos outros, mais rezava a lenda que, quando não havia carninha para comer, o Wendigo comia musgo e outro tipo de comida nojenta que aparecesse. Se se olhar bem para a figura do Wendigo, facilmente associámo-la a duros Invernos e falta de comida. A magreza, as cores, o próprio coração de gelo são bem representativos desse aspecto.

Uma versão da lenda conta que os Wendigos seguem as pessoas nas florestas, esperando que entrem em paranóia e cometam um erro, altura em que a criatura as apanha. Se eventualmente alguém consegue escapar, à noite terá pesadelos horríveis e começará a entrar em delírio febril, despindo-se e desatando a correr nu pela floresta e aí ser apanhado pelo bicho.

Como muitos mitos, a transposição para a realidade é muitas vezes possível, abarcando, neste caso, a forma de doença mental, chamada a "Psicose de Windigo", condição médica na qual a pessoa acredita piamente ser um Wendigo ("canibal" no dialecto Algonquiano), tendo desejos incontroláveis de consumir carne humana mesmo com comida "normal" disponível, sendo esta situação muitas vezes decorrente de uma experiência canibal prévia. Nas tribos indígenas norte-americanas, o surgimento desta situação muitas vezes resultava na tentativa de "curar" o indivíduo com as habituais mézinhas dos bruxos ou no pedido do paciente de que o executassem antes que fizesse mal a alguém (o que aconteceria eventualmente se as mézinhas não resultassem...). Relatos da existência de casos de "Psicose Windigo" datam do fim do século XIX, princípio do século XX (o caso "Swift Runner" - um marido que comeu a mulher e os cinco filhos - e o caso "Jack Fiddler" - o shaman índio que acreditava que derrotava os Wendigos praticando eutanásia nos pacientes da Psicose (acabou por pôr termo à própria vida depois de ter sido preso por homicídio...). O caso mais recente é de 2008, onde a decapitação e canibalização de um passageiro de onibûs em Manitoba revela bastantes reminiscências do comportamento associado à Psicose Windigo.

Referências ao Wendigo podem ser encontradas em livros de Stephen King ("Pet Sematary"), Alan Moore ("League of Extraordinary Gentleman"), Michael Crichton ("The 13th Warrior"), em jogos de computador ("Diablo II", "Final Fantasy X", até há um Digimon chamado "Wendigomon" hehe), em filmes ("Wendigo" de Larry Fessenden - onde o Wendigo é representado como metade homem metade veado...não tem muita conexão com a lenda, é só mesmo o nome, isto para além do filme ser maaaau...) e até nos comics da Marvel (onde encontramos um bicho mais ou menos do tamanho do Incrível Hulk, com imenso pêlo...mais parece o King Kong.). Na televisão, podemos ver a criatura num episódio da série "The Invisible Man", bem como num da série "Supernatural", cujo título é mesmo "Wendigo" e a criatura apresenta, para além dos traços que já referimos, uma rapidez de movimentos tremenda e a capacidade de mimicar vozes humanas. A maneira de o matar é a que já sabemos, derretendo-lhe o coração, neste caso com um flare (daquelas pistolas que o pessoal usa pra disparar uma luz quando está perdido). Eficaz. Mas ao menos fisicamente é relativamente similar ao que conta a lenda.

O Significado de Lendas Urbanas.



"Aconteceu com alguém que conhece...você pode ser o próximo"

Histórias que ouvimos de um amigo que ouviu de outra pessoa, lemos em um livro, enfim, não sabemos exatamente onde começou, somente que aconteceu. Essas são as Lendas Urbanas
Contos ou fatos; não se sabe, só que crescem cada vez mais e se tornam imortais, ganhando ou perdendo detalhes ao longo do tempo e dos lugares.Toda lenda trás um alerta ou uma lição de moral, são uma espécie de aviso, e ao ler lembre-se, nós nunca estamos sozinhos"

Fantasmas e Espiritos-Introdução

Fantasma é manifestação sensível, no sentido de perceptível, de uma pessoa que morreu, que não pertence mais a este mundo ou não pertence a este plano de existência. Em termos de normalidade metafísica é um ser que não deveria estar na Terra... mas está. Relatos e crenças sobre essas manifestações de "mortos" existem em culturas de todos os tempos e lugares e esta universalidade é o que confere um considerável grau de credibilidade ao fenômeno. Os registros são encontrados desde a mais remota antiguidade: representações gravadas em petroglifos, as preocupações funerárias de homens pré-históricos, desenhos, lendas, sim, mas, em época mais recente, inúmeras são as fotografias e fonografias. A internet, somente em língua inglesa, abriga centenas de milhares de sites sobre o assunto repletos de relatos, fotos e vídeos de fantasmas.

Admitir a existência de fantasmas implica, antes de mais nada, aceitar a continuidade da existência do Ser humano depois da morte ou depois da falência completa do organismo, do corpo físico de matéria densa terrena. Portanto, acreditar em fantasmas significa acreditar no Espiritismo em termos gerais ou seja, sem que seja necessária a adoção de uma doutrina específica.

Essa foto do post naum é real,mas assusta pra caramba...hehehe xD


Como se Tornar um Lobisomem



Não se sabe exatamente quando os Lobisomens apareceram. A primeira aparição deve ter ocorrido no século 5 a.C., quando os Gregos, estabelecidos na costa do Mar Negro, levaram estrangeiros de outras regiões para mágicos capazes de transformar a si mesmos em lobos. Os anciãos diziam que essa metamorfose tornava possível a aquisição da força e astúcia de uma fera selvagem, mas os Lobisomens retiam suas vozes e vislumbre humanos fazendo com que não fosse possível distingui-los de um animal comum. Por outro lado, a verdadeira e mais comum lenda dos Lobisomens nasceu em terras francesas.

De acordo com as lendas, existem quatro formas de alguém se tornar um Lobisomem. Elas vêm a seguir:

1: Pela própria maldição, resulta em o que é chamado de Lobisomem Alpha, que pode ser visto como o primeiro Lobisomem de uma grande familia. O desafortunado indivíduo ganha a perversa maldição por ter desafiado ou destruído um poderoso mago. Ele irá perceber que está amaldiçoado na primeira noite de lua cheia, depois do encantamento. A primeira metamorfose é a mais traumática e uma completa surpresa.

2: Transmissão hereditária devido ao fato da criança do Lobisomem obter a mesma maldição de seu pai ou mãe. É exatamente o mesmo resultado de ser mordido por um Lobisomem. Se um Lobisomem decidir transmitir a maldição para outra pessoa, é suficiente que ele a morda. Mas normalmente, o Lobisomem irá considerar muito cruel amaldiçoar alguém dessa forma, então escolherá matar e devorar a vítima.

3: Sobreviver à um ataque: Se alguém for mordido e sobreviver, ele vai dormir bastante nas próximas semanas enquanto a doença se propaga por seu corpo. Com a primeira lua cheia, a vítima vai descobrir seu novo e maléfico potencial e um incontrolável desejo de sangue (não limitado à humanos).

4: Um método discutível de se tornar um Lobisomem é ser mordido por um Lobo que decide amaldiçoar um homem, por qualquer rasão. O princípio continua então como a maldição por mágica, não significando doença, mas metamorfose na primeira noite de lua cheia.

5: Outro modo contado para virar Lobisomem, é pela auto-indução. Neste caso, em busca de poderes sobrehumanos, o homem se dedica a alguma espécie de ritual ou cerimônia ocultista para propositalmente tornar-se um lobisomem. Os casos clássicos incluem um banho de banha de porco sob a lua cheia ou espojar numa encruzilhada onde os animais façam espojadura.

Quando a pessoa é branca, vira um cachorrão preto e quando é negro vira um cachorrão branco. Algumas versões dizem que ele sai às noites de quinta para sexta, em busca de cocô de galinha para comer, e por isso invade os galinheiros.

Lobisomem-introdução

O lobisomem era uma figura antiga encontrada no folclore mundial. O relato mais antigo de um homem tendo se transformado em lobo veio da mitologia da Grécia antiga. Lycaon (daí a palavra licantropia) desagradou Zeus e a divindade o tranformou num lobo. Vários autores antigos, tais como Galeno e Virgílio, forneceram as primeiras descrições de licantropia, entretanto rejeitaram a mitologia e acreditavam que a transformação em animais era o resultado de uma doença provocada pela melancolia ou pelas drogas.

Da mesma forma, o "lobisominismo" tinha sido relatado em todo mundo, embora os animais nos quais os humanos se tranformavam eram bem variados, incluindo leões, tigres, tubarões e crocodilos - todos animais grandes e conhecidos por sua ferocidade. Relatórios contemporâneos de licantropia também provêm do mundo inteiro, tanto de áreas rurais como do moderno Ocidente.

Guia dos Caçadores de Vampiros

Com o passar do tempo, certos objetos ganharam uma reputação na mesma hora que a cultura popular procurava algo para ferir, ou matar os Vampiros. Este guia leva você através de significados históricos e os raciocínios entre as maneiras de caçarmos Vampiros. Então pegue seu crucifíxo e proteja-se!

Caixões:

No começo da mitologia Vampírica, os Vampiros não dormiam em caixões. Apartir do século 19, apenas os Vampíros muito ricos poderiam se dar ao luxo de ter caixões, e muitas das histórias de Vampiros não incluiam esse enterro "seguro" - realmente, foi muito precaria a natureza medieval dos enterros que provocou medo quem os Vampiros poderiam sair facilmente de seus últimos descanço na Terra.
Pulando para o tempo de Dracula, os Vampiros não exigiam caixões para dormir. Todos exigiam descançar em sua "pátria", na tumba aonde foi colocado seu caixão. Quando Dracula foi para Inglaterra, ele comprou um caixão, e o colocou em sua "terra natal", e nele ele descançava e recuperava sua força.
Hoje em dia, a melhor explicação para o frequente uso dos caixões para os Vampiros descançarem nas histórias é que de fato eles estão mortos; Hoje, nós enterramos nossos mortos em caixões. Os caixões também dão proteção contra a luz do sol (no qual nos tempos dernos sabemos que fere e mata os Vampiros). Como sempre, os caixões tem sido um alvo perfeito para caçadores de Vampiros - um aspecto vital para as historias modernas de Vampiros.
Ainda, nesse século, a maioria dos escritores sobre Vampiros estão novamente mudando os antigos mitos. Em Cronicas Vampirescas, de Anne Rice está como todos os romenaces dessa década, os Vampiros não requerem nada, apenas proteção contra o sol. Criptas, comodos lacrados, é o suficiente para o que eles precisam.

Crucifixos:

O crucifixo é o maior simbolo da fé cristã. Várias vezes mostrados em corrente, como colar ou em rosários juntamente com as contas, o crucifixo tendo o corpo de Cristo fixado na cruz . Embora o Cristianismo tinha ligado os Vampiros com o Satanismo no começo do século 16, não antes de Dracula de Bram Stoker no qual o crucifixo foi considerado poderoso contra os Vampiros. Bram Stoker marcou que o crucifixo tinha poderes sobrenaturais sobre os Vampiros. Ele usava a cruz como simbolo que representava Cristo e tudo que era santo. Porque a história Cristã pensava encorajadamente na associação de Vampiros com Satan, e um simbolo como o crucifixo seria o poder Cristão, que os protegeriam da Besta.
Em Dracula, o crucifixo drenava a força dos Vampiros. E poderia também até queimar a carne, pele dos Vampiros, e deixar uma marca na pele de qualquer um que tenha sido mordido por um Vampiro.
As ideias de Bram Stoker foram carregadas para a literatura e filmes modernos, embora geralmente os crucifixos foram substituidos por cruz vaizias, sem o corpo de Cristo fixado. Mais recentimente, os autores do século 20, são parecidos com Anne Rice, começou a acabar com essas tradições, criando Vampiros que são imunes aos efeitos da cruz e de outros simbolos religiosos. Esse foi o verdadeiro mundo no qual os Vampiros não são mais associados com Satan e consequentemente não forma mais afetados por artefatos que encorporem o poder Cristão.

Hóstia:

No Cristianismo, um dos objetos mais sagrados é a Hóstia. A hóstia é o símbolo do corpo de Cristo, e junto com o vinho, que representa o sangue de Cristo, que são pegos durante a Comunhão. As religiões mais velhas como a Católica Romana consideram a Hóstia um objeto como a existencia mística autorizada pelo o espírito de Cristo.
Porque ela aparenta ter poderes mysticos, a hóstia foi usada acidentalmente algumas vezes e muitas outras propositalmente. Ela foi usada tanto em enterros quando falecido teve uma vida má, e para proteger se proteger de maus espíritos. Muitas papéis de histórias religiosas citam esses outros usos para a Hóstia. Acreditam que Bram Stoker usava esses papéis como um base para o poder da Hóstia em seu livro, Dracula. No livro, Abraham Van Helsing usava a Hóstea muitas vezes; ela deixou uma marca na pele de Mina quando segurava sua testa, e Van Helsing a usou também para lacrar a tumba de Lucy até que ele podesse retornar para matá-la.
Desde Dracula, a Hóstia tem sido usada apenas e raramente por aqueles desejam se proteger dos Vampiros. Ela pode ser fácilmente substituida pela cruz, na qual foi colocada uma das principais qualidades da Hóstia: Queimar a pele dos Vampiros.

Fogo:

O fogo tem sido considerado à muito tempo, a maneira mais efetiva para matar Vampiros. O fogo tem sido usado desde a época Pagã como um ritual, um ritual de lipeza daquela alma má, e de defesa. Muitos Vampiros tem conhecido o destino de todo e qualquer mortal por esse modo.
Embora Dracula não tem nenhuma mensão ao fogo, existem apenas pouos outros filmes ou livros que também não falam do fogo como uma maneira de se matar um Vampiro. No livro Cronicas Vampirescas de Anne Rice, o fogo é uma das duas única maneira de se matar um Vampiro, ou de um Vampiro se matar. O Vampiro que abraçou Lestat cometeu suicídio dessa forma, após Lestat se tornar um Vampiro.

Alho:

Diferente da cruz, da qual foi perdendo a populariedade e o seus efeitos, o alho cresceu no contexto de detectar e proteger as pessoas dos Vampiros. O alho tem sido usado acidentalmente desde que era considerado uma erva e/ou um remédio. Ele foi usado como um agente de cura antes da medicina moderna, e é igualmente hoje usado com vitamina para fortalecer a defesa natural do corpo contra doença. Como sempre, houve rumores que o alho tivesse propriedades mágiacas de defender as pessaos contra os Vampiros. A tradição o usa para encher a boca do Vampiro após ele ser decapitado. Outras maneiras de usar como: colocando um colar de alho na porta da casa, para protege-la contra os ataques de Vampiros Através da história, o alho também serviu como método para se indentificar Vampiros. Nos países Eslavos, a pessoa que se recusaria a comer alho, significaria que essa pessoa poderia ser um(a) Vampiro(a). A muitos anos atrás, o alho era distribuido em igrejas, para se assegurarem de que apenas humanos a frequentasse.
A primeira obra literaria a falar realmente sobre o alho foi Dracula, aonde Van Helsing o colocou em volta do pescoço de Lucy para manter Dracula longe dela, e mante-la longe de outros perigos. Desde então, o alho tem se tornado a maior ferramenta no kit dos Caçadores de Vampiros. A maior parte dos filmes e novelas tem dado algumas referencias efetivas ao alho, embora Cronicas Vampirescas e Os meninos perdidos de Anne Rice tem desconciderado o alho como uma forma viável de defesa.

Estacas:

Enfincando uma estaca no coração de um Vampiro tem sido uma das melhores formas de matar Vampiros por centanas de anos.
Originalmente, ela era usada como maneira de fixar os corpos dentro da terra. Antes dos caixões, a única maneira que as pessoas podiam ter certeza de que os Vampiros não escapariam do local aonde eles seriam enterrados era enfincando uma estaca em seus corações e o enterrarem com ela. Mas antes ainda de enfincarem estacas nos coração, elas eram enfincadas no estômago ou nas costas dos Vampiros.
Depois de ter sido difundido o uso dos caixões, a importancia da estaca mudou. Ela tornou-se o metodo atual de matar um Vampiro, e agora ela só funciona se for enfincada em seu coração. Há dois pontos de vista comuns sobre como esse metodo funciona. Destruindo o coração , no qual bombeia o sangue de sua vítimas que lhe a vida. A estaca de madeira por si própria mata o Vampiro. Para aqueles que acreditam que a peça principal para se matar um Vampiro é a madeira na qual é feita a estaca, aqui vão os tipos recomendados: Mogno, Ceregera e Jatobá. Bram Stoker usou esse modo violento para matar tanto Lucy como Dracula.

Luz do Sol:

Tradicionalmente, não se pensou que a luz do sol matassem os Vampiros. Nos tempos mediavais os Vampiros pensavam que eram capazes de andar na luz do sol como se fossem humanos durante o dia.
Como a literatura vampírica aumentou, então fizeram Vampiros contra a luz do sol. Em Dracula, Van Helsing nota que o Vampiro pode andar por aí durante o dia, embora ele não estava com suas forças sobrenaturais. De qualquer modo os filmes e as novelas modernas falam que os Vampiros tem uma vunerabiliadade ao sol, e talvez até mortal. Em Eternamente Cavaleiro, Nick pode se expor à luz do sol, mas apenas se ela não tocar em sua pele. Porque se ela o tocar, ela causaria doenças nele.
Em Cronicas Vampirescas de Anne Rice, a luz do sol é uma das apenas duas maneiras de matar um Vampiro, sendo a outra o fogo. Esse metodo funciona bem com novos Vampiros, porque eles ainda estão fracos. De modo que os Vampiros de Anne Rice só eram inumes a luz do sol quando eles tinham vivido muito tempo, tempo esse suficiente para eles crescerem e ficarem fortes o suficiente.